A importância da vacinação para a saúde em geral!

 


As vacinas vão além de uma proteção à saúde individual, elas são medidas de saúde social, pois ao se vacinar, você protege a si próprio e ainda garante a não transmissão de doenças a terceiros, o que diminui a proliferação de infecções.
 
Além disso, alcançando e mantendo um número alto de vacinação, as doenças podem ser eliminadas, como é o caso da poliomielite no Brasil, ou mesmo erradicadas, como aconteceu com a varíola no mundo.
 
Impacto das vacinas na Saúde Pública

vacinação isolada ajuda a pessoa vacinada a se proteger, no entanto, os ganhos da vacinação coletiva são gigantescos.

vacinação em massa é capaz de trazer muitos benefícios à população e deve ser sempre considerada como o principal meio de combate a doenças imunopreveníveis, que geralmente trazem grandes prejuízos às pessoas.
As vacinas trouxeram um meio eficaz de combate a doenças com alta taxa de mortalidade. Com isso, a expectativa de vida das pessoas ganhou, ao menos, 30 anos, segundo a Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

Mas, além de pensar em maior tempo de vida, podemos pensar em mais anos com maior qualidade de vida, visto que as sequelas de diversas doenças estarão extintas devido à vacinação.
 
Desafios da vacinação atualmente

Apesar de a vacinação ser tão importante e já ter demonstrado sua eficácia, atualmente o mundo enfrenta um grande problema pois a cobertura vacinal está decaindo.

Com a queda no número de vacinações no Brasil, infecções graves e imunopreveníveis ameaçam voltar a atividade, colocando em risco toda a população mundial.

Um grande exemplo é o caso da pólio, infecção que acomete crianças e causa a chamada paralisia infantil. Para se ter uma ideia, de 2012 a 2022, os índices de vacinação contra essa infecção caíram de 96,5% para 77% no Brasil. Assim, corremos o risco de voltar a ter casos de paralisia infantil no país, o que não ocorre desde 1994.
 
A importância da vacinação em diferentes faixas etárias

No Brasil, o SUS disponibiliza as principais vacinas gratuitamente, para crianças, adolescentes e adultos. São vacinas que protegem contra doenças como tétano, rubéola, sarampo e tuberculose.

Quanto maior a cobertura vacinal de uma população, maior são os ganhos para a saúde. Dessa forma, entra-se em questão a necessidade de manter as cadernetas de vacinação em dia.

Para as crianças, que estão em construção do sistema imunológico, as vacinas são um passo à frente, pois auxiliam no fornecimento de agentes estimuladores de produção de anticorpos.

Para os adultos e adolescentes, algumas vacinas, que não podem ser aplicadas quando criança, precisam ser aplicadas. Além disso, há reforço de algumas, como é o caso da vacina do tétano que deve ser aplicada com regularidade para garantir sua eficácia.
 
Tipos de vacinas aplicadas pelo SUS

Como dito anteriormente, o SUS disponibiliza uma ampla gama de vacinas necessárias para a saúde da população.
A maior parte delas é disponibilizada desde a infância. São elas:

  • BCG (Tuberculose);
  • Hepatite B;
  • Pentavalente (Difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e haemophilus influenzae tipo b);
  • Poliomielite injetável;
  • Poliomielite oral;
  • Rotavírus;
  • Pneumocócica 10 valente (pneumonia, otite e meningites);
  • Febre amarela;
  • Tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba);
  • DTP (difteria, tétano e coqueluche);
  • Meningocócica conjugada tipo C (meningite);
  • Influenza
  • Tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela);
  • Hepatite A
 
Para a adolescência e a fase adulta, o número de vacinas é menor. Confira quais são elas:
  • HPV (papilomavírus humano);
  • dTpa (difteria, coqueluche e tétano para gestantes);
  • Dupla adulto – dT (difteria e tétano);
  • Febre amarela;
  • Tríplice viral (sarampo, rubéola e caxumba);
  • Hepatite B.
 
Portanto, fique ligado pois a vacinação é gratuita e só traz benefícios a população mundial! 


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